Sim, eu sou mulher. Com tudo o que essa condição oferece de bom e desafiador.
Sim, sou mulher. E me entristeço em ver que muitos ainda insistem no tratamento diferenciado que pretende inferiorizar as pessoas do sexo feminino.
Sim, sou mulher. Percebo, também, que mudanças vêm ocorrendo no sentido de entregar às mulheres o direito que sempre lhes pertenceu.
Sim, eu sou mulher. Sei que preciso fazer fazer a minha parte para que as pessoas tenham respeitados seus direitos, independente de qualquer condição – não apenas de sexo.
Sim, eu sou mulher. E, além disso, sou espírita, tendo acesso a todo conhecimento racional proporcionado por essa doutrina altamente esclarecedora.
Sim, sou mulher e sou espírita. Sei que homem e mulher são iguais, têm o mesmo direito e deveres.
Sim, eu sou mulher e sou espírita. E apesar dos desafios enfrentados por quem nasce no sexo feminino, agradeço muito a oportunidade de estar vivendo as experiências que apenas uma mulher tem condições de aprender.
Sim, sou mulher e sou espírita. Por isso, entendo que meu Espírito imortal já viveu e viverá outras encarnações, alternando o sexo em que habitarei e tendo, portanto, o dever de respeitar a ambos.
Sim, sou mulher e sou espírita. Tenho convicção de que o sexo, aparência, condição social e outras condições relacionadas à vida material são apenas ferramentas variáveis para meu aprendizado.
Sim, sou mulher e sou espírita. Minha consciência pede que eu seja a melhor pessoa que eu puder ser, colaborando positivamente com o meio em que vivo – na família e na sociedade.
Sim, sou mulher e sou espírita. Sei que toda semeadura se converterá em colheita e, exatamente por isso, preciso semear o que melhor há em mim.
Sim, sou mulher e sou espírita. Desejo um mundo mais justo, fraterno e feliz para todas as pessoas – e faço o que está ao meu alcance para que esse objetivo seja alcançado.
Sim, sou espírita. E por isso, sei que estou mulher!

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